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chlorogalum pomeridianum

chlorogalum pomeridianum

A planta chlorogalum pomeridianum é uma fascinante erva perene nativa das colinas, do chaparral e dos bosques abertos da Califórnia e do sudoeste do Oregon. Imediatamente reconhecível por sua roseta de folhas compridas e de bordas onduladas que se espalham rentes ao chão, essa planta resistente sobrevive ao verão mediterrâneo quente e seco graças a um bulbo subterrâneo grande e fibroso. Historicamente, essa espécie foi uma das plantas de maior importância cultural para povos indígenas como os miwoks e os pomos. O bulbo é rico em compostos naturais chamados saponinas, que formam uma espuma abundante quando macerados em água — tornando-se um sabão e xampu naturais perfeitos. Ele também era assado como alimento ou usado para atordoar peixes levemente. Ao cair da noite, suas hastes florais altas e delicadas ganham vida, exibindo um belo espetáculo noturno de flores brancas estreladas que se abrem por apenas uma única noite para receber abelhas nativas polinizadoras especializadas.

Habitat: Encontrada principalmente em bosques secos e abertos, chaparrais, campos e encostas rochosas da Califórnia e do sudoeste do Oregon.

Aparência

Esta planta apresenta uma roseta basal de folhas estreitas e alongadas, em formato de fita, com até setenta centímetros de comprimento e margens fortemente onduladas. Do centro dessa roseta emerge uma haste floral fina e amplamente ramificada, que atinge até dois metros e meio de altura. As flores são pequenas, em forma de estrela e brancas, com uma nervura central arroxeada ou esverdeada bem visível no meio de cada uma das seis pétalas. Essas flores se abrem apenas no final da tarde ou à noite. Sob o solo encontra-se um bulbo alongado e oval, envolto por uma camada espessa e áspera de fibras marrom-escuras semelhantes a crina de cavalo.

ReinoPlantaeFiloTracheophytaClasseLiliopsidaOrdemAsparagalesFamíliaAsparagaceaeGêneroChlorogalum
chlorogalum pomeridianum
Foto: Michael WarnerCC BY 4.0 · iNaturalistVer original ↗
chlorogalum pomeridianum

Categoria

Plantas

Raridade

Comum

Perigo

1/5 · Muito baixo

Snaps

3

Curiosidades

Pescadores indígenas jogavam bulbos frescos triturados em poços de águas calmas para atordoar os peixes, fazendo com que flutuassem até a superfície para uma captura fácil, sem envenenar a água permanentemente.

As fibras grossas e ásperas que cobrem o bulbo eram tradicionalmente colhidas por indígenas norte-americanos para fabricar escovas e vassouras utilitárias e duráveis.

Quando assados em covas subterrâneas, os compostos saponáceos se decompõem, transformando o bulbo amargo em uma fonte de alimento doce, nutritiva e caramelizada.

Habilidades especiais

Habilidade

Síntese natural de saponina

O bulbo contém altas concentrações de saponinas tóxicas, que espumam como sabão quando molhadas para dissuadir herbívoros e pragas subterrâneas.

Habilidade

Floração crepuscular

As flores se abrem rapidamente no final da tarde e permanecem abertas apenas durante a noite para atrair polinizadores crepusculares e noturnos, conservando a umidade durante o calor do dia.

Habilidade

Proteção fibrosa do bulbo

O bulbo subterrâneo é envolto por uma camada espessa e isolante de fibras marrons e ásperas que protegem esse órgão de reserva contra a seca, animais escavadores e incêndios florestais de baixa intensidade.

Medidas e detalhes

Comprimento
30-250 cm
Peso
0.1-1.5 kg
Expectativa de vida
5-20 anos

Alimentação

Como planta fotossintetizante, ela produz seus próprios compostos orgânicos usando luz solar, dióxido de carbono, água e minerais absorvidos do solo.

Principais alimentos

  • Luz solar
  • Dióxido de carbono
  • Água
  • Minerais do solo

Relações ecológicas

Mutualismo

Xylocopa sonorina

Xylocopa sonorina

Polinizada por esta abelha carpinteira nativa de grande porte, que tem força suficiente para abrir facilmente as flores noturnas recém-abertas.

É presa de

Veado-mula

Odocoileus hemionus

A folhagem é consumida ocasionalmente pelo veado-mula, principalmente no final da primavera, antes de as folhas murcharem.

É presa de

Thomomys bottae

Thomomys bottae

Geomídeos ocasionalmente comem os bulbos ricos em amido, embora precisem ultrapassar a cobertura externa resistente e fibrosa.

Características

Este objeto ainda não tem características atribuídas.

Também conhecido como

Nenhum nome alternativo listado ainda.

Coleções

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Segurança

Perigo

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Perguntas frequentes

Como identificar chlorogalum pomeridianum?

Comece pela planta inteira e depois compare a disposição das folhas, as bordas das folhas, os caules e quaisquer flores ou frutos. Folhas opostas crescem em pares; folhas alternas surgem uma a uma ao longo do caule. Juntos, esses detalhes revelam muito mais do que uma única folha verde. Identificador de plantas: envie uma foto e compare os detalhes visíveis.

Qual é o comprimento de chlorogalum pomeridianum?

30-250 cm

Quanto chlorogalum pomeridianum pesa?

0.1-1.5 kg

Quanto tempo chlorogalum pomeridianum vive?

5-20 anos

O que chlorogalum pomeridianum come?

Como planta fotossintetizante, ela produz seus próprios compostos orgânicos usando luz solar, dióxido de carbono, água e minerais absorvidos do solo.

Onde chlorogalum pomeridianum costuma ser encontrado?

Encontrada principalmente em bosques secos e abertos, chaparrais, campos e encostas rochosas da Califórnia e do sudoeste do Oregon.

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